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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Poisé...

12 de junho. Dia dos namorados. Que datinha filhadamãe essa daí, não?
Não tenho pra onde fugir: pra todo lado é jingle, musiquinha e até (vejam só) nerdcast pra me lembrar de tudo aquilo que demorei pra esquecer (esqueci, é?). E como eu luto contra isso? Me rendendo ao Sistema com um post especial sobre o tão falado Dia dos Namorados.

Bom, alguem ainda lê isso aqui? Confesso que os últimos posts estavam meio fracos em conteúdo (e nunca foram lá grande coisa), mas é complicado ter algum tempo pra formular (ou pesquisar) alguma coisa relevante em meio a semanas corridas e ao mesmo tempo preguiçosas que tem sido essas minhas, e mais importante: acompanhar e comentar em outros blogs, principio cármico quando se quer (ou melhor: precisa de) leitores.

Ahhh é... o Dia dos Namorados. Bom, pensei em algo como uma lista de filmes pra se ver hoje, mas seria muito fácil e não teria graça nenhuma. Então acho que vou resumir um pouco da minha história amorosa até agora (não que ela seja especialmente fácil ou engraçada, mas é o melhor que posso fazer).

A maioria dos romances que tive aconteceram num único lugar: minha cabeça. Inúmeras novelas e filmes mentais cujas musas jamais sabiam estrelar. Mulheres me assustam, especialmente às quais me deixam apaixonado. Eu sempre acabo paralisado, escravo do medo da rejeição e inevitavelmente sozinho. Raras as vezes em que a paixão superou o medo, e eu acabava me declarando a menina/garota da vez. Em resposta, a manjada defesa do "eu gosto de você, mas... como amigo, entende?" parecia decorada por todas as meninas do Multiverso, God, quantas vezes eu ouvi isso...

Então você pensa: ahhh, ele só precisa de uma mulher de iniciativa. Wrong: já tive garotas decididas quanto a querer ficar/namorar comigo ( e eu não em orgulho disso... bem, talvez um pouco), mas acontecia de eu não estar apaixonado por elas ou que eram novas demais ou facéis demais e toda sorte de desculpas que eu inventava pra mim mesmo.

Arrisco a morrer velho e sozinho por ser um sonhador, por idealizar tanto e agir tão pouco. Já disse isso uma vez aqui, mas com o resto do mundo tudo parece tão mais fácil, tão mais simples. Eu não espero a mulher perfeita, só a certa. Será que é pedir demais?

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Traumas de Infância: Educação Física

Nerds não costumam ser reconhecidos por seu talento no caminho dos esportes, e o meu caso não é exceção à regra (infelizmente). Eu até que me esforçava, mas isso nunca me absteve do fardo de ser sempre a última opção em jogos (físicos) de equipe. O que se revelava (com assustadora constância) uma decisão sensata por parte dos líderes dos times, já que invariavelmente minha presença numa determinada seleção significava um poderoso presságio de sua derrota.

De todos os esportes escolares, o que eu mais temia (e o que me rendia maiores hematomas) era (é) o volei: ahh... quantas vezes não levava aquela bolada seca no meio dos nasais (terrivel)... quantas torções de pulso... quantas congratulações (apenas do time adversário)...

Graças a Pelor, minhas misericórdiosas professoras nunca levaram a Educação Física a sério (existe alguma que leve?), porque senão...

*Rogério Gomes Junior: futuro presidente mundial (pronto... agora meu nome aparece no Google!)