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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ruim da cabeça ou doente do pé

Eu ODEIO o Carnaval como ele é. Odeio frevo, samba, axé e quaisquer outra variante que possa surgir daí, mas acima de tudo, especificamente este ano, eu mataria para não ter que ouvir o tal do REBOLATION denovo.

Sério, esta merda não saí da minha cabeça e quando eu penso que estou livre, lá vem ela, marota numa TV distante ou escandalosa no "som ambiente" das Americanas, loja que cá entre nós, nunca teve muito carinho com os ouvidos dos seus clientes.
#prontofalei

domingo, 1 de novembro de 2009

THIS IS IT

Muito mais do que um simples making-off, assistir This Is It na tela grande é experimentar, pela (provavelmente) última vez toda a genialidade do Rei do Pop.
Longe de todas as polêmicas que envolveram sua vida conturbada, a película registra o invencível talento de MJ que aos 50 anos ainda esbanjava saúde, carisma e amor (L-O-V-E) na criação e produção de seu gran finale: a última turnê de sua carreira.


Num show planejado sobre medida para os fãs, todos os grandes (e não são poucos) sucessos foram preparados individualmente como super-produções, com direito a gigantescos sets, robôs gigantes e clipes em 3D, tecnologia essa que só serve para sublimar ainda mais o talento do Rei.
A emplogação de This Is It trespassa a tela e chega às poltronas, seja balançando o pé cruzado sobre a perna, batendo plamas ou cantando baixinho (as vezes nem tanto) os refrões de Beat It e Triller.
Triste é lembrar que o Rei está morto e que o maior e melhor show do mundo nunca acontecerá.

terça-feira, 2 de junho de 2009

O Melhor Rock Band EVER!

Bom dia/tarde/noite, caro leitor(a) desta página. Com os olhos levemente marejados, lhe convido a ver o fabuloso primeiro trailer desta obra que promete corromper meus planos de um investimento a longo prazo: senhoras e senhores, The Beatles Rock Band!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Jovem Ainda: Susan Boyle

Senhoras e senhores, conheçam Susan Boyle!



A mais nova sensação do Britain's Got Talent derrubou queixos ao redor do mundo em sua primeira apresentação televisionada pelo reality show no último sabado, levando o juri e toda uma platéia inicialmente descrente de seu potencial às lágrimas numa performance nada menos que cinematográfica.

domingo, 5 de abril de 2009

Hard Rock Society (Manhattan Mode: ON)

No presente, começo a escrever um post sobre a noite de ontem. 21 horas no passado, estou prestes a iniciar uma maratona de shows madrugada adentro. 15 minutos mais tarde uma banda de classic rock abre a noite com Help. 30 minutos no futuro, estou voltando da padaria, cogitando se valerá a pena ir pro cinema hoje a noite. No presente, estou sentado em frente ao monitor, redigindo este post. 20 horas no passado, uma nova banda se apresenta, e eu começo a me empolgar. No presente, eu continuo sentado em frente ao monitor, redigindo este post. 17 horas no passado, sobe ao palco um cover do Guns n' Roses. São péssimos, mas mesmo assim choro e me esguelo quando tocam Don't Cry. No presente, ouço um grito de gol vindo da sala, meu time acaba de virar o jogo. 25 minutos no passado, começo a escrever um post sobre o dia de ontem. 16 horas no passado, o grande show da noite começa: Aerosmith Fever, cover oficial da America Latina. 15 horas no passado, estou sem voz, extasiado com o espetáculo que acabei de presenciar. No presente, finalizo este post em frente ao monitor, de saco cheio de calcular o tempo e bancar o Dr. Manhattan.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

The Real Folk Blues

Eu já tinha uma velha gaita quando um velho amigo veio com a dele. Não sei se foi por mera rivalidade masculina ou alguma inspiração musical, o fato é que me interessei por aprender a tocar este aparentemente simples instrumento. Como comentado no meu post sobre o Dia do Rock (leia-o denovo aqui, se quiser), nunca tive muita cordenação motora para violas ou guitarrras, já no caso da gaita, acho que talvez, se eu me dedicar um pouco (e eu estou me dedicando), eu possa vir a produzir algo semelhante a música daquela caixinha. Então se tudo o mais der errado na minha vida, eu viro músico.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Dilema - Parte II

Movido pela urgência,
Busquei os olhos que me fazem tremer
Amargando o vazio de não vê-los mais
Me desesperei
Ao ver o sorriso que me faz rir
Perdido e quebrado
Preciso decidir
Qual sonho quero viver
Mas não quero
Ter que ver um acabar

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O que eu fiz nas férias

Passada a tipica ressaca de reveillon, cá estou eu abrindo um novo ano no SVEJA!!!

E o primeiro assunto em pauta de hoje é: o fim das minhas férias... Afff, muito rápido... foram o que? Umas duas semanas? Amanhã já começa denovo aquele trampo de robô novamente... Já falei aqui das mudanças: melhor horário, maior salário, mas sempre tenho que me lembrar: "não é isso que você quer da sua vida, é rapaz?", então acho melhor esse "rapaz" começar a correr atrás dos seus sonhos, e rápido: 21 anos nas costas já...

Reforma Ortográfica: Uma droga: Ideia? Colmeia? Antissocial? Muito estranho... bom,como temos até 2012 (O apocaliptico 2012) para nos adaptarmos, vou escrevendo do meu jeitinho velho e ultrapassado mesmo. É como ouvi um professor falando na TV: daqui a pouco estamos falando francês...

Crepusculo: Foi o único livro que li nessas férias, esse novo fenômeno, milhões de cópias vendidas, sucesso agora com adaptação pro cinema e tudo mais... Bom, a essa altura o mundo já deve saber do que se trata: a história da atrapalhada e depressiva Isabella Swan, uma garota lá com seus 17 ou 18 anos, que sai da ensolarada Phoenix para morar com seu pai, Charlie na sempre nublada e fria cidadezinha de Forks, onde não demora a cair de amores por Edward Cullen, seu colega de classe e, como ela descobre mais tarde: um vampiro. Basicamente uma história de amor, com pitadas de ação e sobrenatural. O ritmo do livro é muito bom, bem escrito e envolvente, alem disso, a autora Stephenie Meyer personalizou os vampiros de seu romance, quebrando certos esteriótipos, proporcionando assim algumas surpresas ao leitor... Como já é de praxe nos best-sellers de hoje em dia, a saga amorosa de Bella e Edward se desdobra em outros três livros: Lua Nova, Eclipse e Amanhecer (os dois últimos ainda não lançados no Brasil... peraí: acho que amanhã chega o Eclipse nas livrarias...).
_+

Sete Vidas: Aconteceu que minha idéia original era o clássico ler o livro (Crepusculo)/assistir o filme, mas como em tudo sai como o planejado, decidimos (eu e minhas irmãs) por assistir Marley e Eu (ótimas criticas, pelo que eu li por aí), mas acabamos vendo mesmo Sete Vidas (Seven Pounds, 2008), o mais recente trabalho de um dos meus grandes idolos do cinema: Will Smith. Um filme lindo, mas depressivo pra caramba...


Mallu Magalhães: O Prêmio SVEJA Revelação Musical 2008 só pode ser dela: começou tímida nos MySpaces da vida, umas gravações bem garagem, e booom: explodiu!!! Hoje já faz comercial, já lançou DVD e CD (ambos muito dificeis de achar aqui em Soro, por sinal) e é até cotada para fazer a abertura do próximo 007... Gosto dela nesses talk-shows da vida, o jeito super timido e as vezes nóia dela falar, gosto dessa estranheza. Então que ouvi esse primeiro CD dela e, foi muito bom: tipo, algumas novas muito boas, mas ouvir os já clássicos J1 e Tchubaruba já bem finalizados em estudio. Mallu Magalhães: guarde bem esse nome, não sei muito de música mas tenho certeza que essa menina ainda vai longe...

Bom, então, foi isso que eu fiz nas férias. Um abraço no coração e novamente, feliz 2009!!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Chinese Democracy

Mais enrolado que nerd em encontro romântico, o sexto album do Guns n'Roses ( se bem que de Guns mesmo só restaram os berrinhos do Axl...) tava no esquema do "vamo marcá" desde 94. Todo ano, o cabeludo vinha com a balela do "agora vai" e nada.
Bom, com 2008 já indo pro saco junto com a econômia do mundo inteiro, e SURPRESA: enfim lançaram o mais esperado (e tambem mais caro) CD da história, e se querem saber minha opinião, não valeu tanto a espera...

Tá certo que vivemos outros tempos, maaaas muito do que eu gostava do Guns se perderam como lágrimas na chuva. O Cdzinho começa bem: gosto das primeiras quatro, Chinese Democracy é decente, Shacklers Revenge é a melhor do album, Better é melhorzinha (trocadilhoooo!!!!) , e Street of Dreams tambem. agora de If the World pra frente é só bomba. Minto: Scraped é fodinha tambem. Tá, e This I Love...

Calma aí... é, eu admito: acho que é um CD bom com três ou quatro musicas que eu não gostei por causa da batida meio hip hop. Minha primeira impressão foi uma merda foda, mas depois de ouvir Chinese umas trinta vezes, ficou até viciante...

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Falling Slowly

I don't know you
But I want you
All the more for that
Words fall through me
And always fool me
And I can't react

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Guitar Hero

Ainda que atrasado, por motivos de força maior, deixei para hoje o meu post em homenagem ao dia do Todo Poderoso Rock 'n' Roll!!!
Antes de mais nada, sou meio noob no assunto, mas como vivo cercado de amigos metaleiros, grunges, punks e etcétaras, acabo por ouvir muito rock por tabela (e esporadicamente, viciar numa banda ou outra).
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O meu começo no mundo do rock deu-se com as históricas K7s e vinis (é assim que escreve?) do meu pai. Ele curtia (curte até hoje) muito da Disco Music: monstros sagrados como Bee Gees, Village People, ABBA e por aí vai, eram ouvidos sistematicamente durante todos os dias da minha infância. Tal estilo, influenciou muitos conjuntos da História do Rock, como The Clash, Rolling Stones e o f#dástiCo QUEEN, minha banda do coração!!!
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O tempo passa, e certa vez, decidi que iria aprender a tocar guitarra! Ficar só ouvindo não era o bastante pra mim, eu queria gritar, arrebentar as pontas dos dedos em solos demôníacos, enfim, delírios de um adolescente tímido e apagado como eu. No natal daquele mesmo ano, ganhei meu primeiro violão (um Tonante) no já extinto amigo secreto da família. Era o primeiro passo... e eu tropiquei. Após alguns meses de muita paciência alheia e calos nas mãos, percebi que não havia nascido para o palco... ao menos, não com um violão nos braços.


Mas o sonho não acabou...

Em 2005, a Harmonix Music Systems lançou um dos jogos mais viciantes do Play2: claro que estou falando de Guitar Hero, o mega simulador de guitarra, que potencializou a venda do console em não sei quantos por cento... Um game de fácil jogabilidade: basta apertar os botões certos nas horas certas, como em Dance Dance Revolution (só que com uma guitarra-joystick ao invés do tapete). Quantas tardes e noites não foram embaladas pelos maiores clássicos do rock, tocadas por mim, o Guitar Hero?!

A franquia já se encontra em seu terceiro capitulo, Legends of Rock, alem de contar com os especiais Encore: Rock the 80s e Guitar Hero: Aerosmith (ainda não joguei esse). A previsão é que Guitar Hero IV: World Tour, estreie até o final do ano, e já correm boatos que a próxima banda homenageada com um jogo exclusivo seja a mundialmente idolatrada Metallica (!).